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quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Anatomia de um revolução colorida


E agora, chamarão os que ousam revelar a verdade de nazis?



P.S: agradeço ao amigo Umberto Santos por me dar a conhecer o depoimento do general e a reveladora fotografia.

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Burros, pero no mucho...

Quem vai morrer não é o soldadinho de mentira. 

Infelizmente, os deveres laborais, para além de outro trabalho que estou prestes a acabar, não me permitiram concluir uma série de posts que comecei a publicar sob o título "Globalismo: a cartada sionista", porém, em breve retomarei essa série e concluirei a exposição do que tenho em mente. Mas estou convicto de que alguns leitores mais bem informados conseguirão chegar lá ao ler o tal post e cruzarem os dados lá expostos com o que vou dizer agora.

Diante da posição da Rússia, que já deixou bem claro que não permitirá mais nenhum avanço das fronteiras do bloco sob ocupação sionista em direcção a Moscovo, fica claro que as elites sionistas estão apostando tudo na queda de Putin, afinal, a sua bem sucedida política externa é sua a única garantia a nível interno, e não estão minimamente preocupados com a possibilidade de um novo conflicto mundial, do qual podemos esperar, graças aos avanços tecnológicos e aos retrocessos morais das últimas décadas, algumas centenas de milhões de vítimas.

Nessa guerra, posso garantir, numa perspectiva política convencional, que nem o Ocidente e nem a Rússia sairão vencedores. Na melhor das hipóteses, a Rússia conseguirá destruir as maiores ameaças à sua existência nos dias de hoje e sobreviver, mas dificilmente conseguirá manter as fronteiras actuais. O Ocidente, se tivermos em conta o estado da sua maior garantia de segurança, o arsenal nuclear, será completamente arrasado, e só a China, uma verdadeira incógnita, pode vencer e ganhar com tal conflicto, se conseguir gerir os acontecimentos de forma a criar as circunstâncias ideias para a sua expansão. 

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

ISIS: Preparando o terreno para algo em grande

Passados quase quinze anos desde o 11 de setembro, evento cuja versão oficial foi desmentida por inúmeros factos e cujas versões não oficiais fazem cada vez mais sentido à luz das revelações que vão aparecendo e, em especial, também dos desenvolvimentos políticos desde então, é inaceitável que se continue a  acreditar ingenuamente nos meios de comunicação em massa tal e qual fizeram as primeiras massas atingidas pelas ondas de rádio, aquelas mesmas massas proletarizadas que riram das comédias onde abundavam guerras de comida e faltava conteúdo. infelizmente, esse fenómeno de massificação também atingiu a classe letrada.

Só assim se consegue fazer com que o mesmo truque seja repetido vezes sem conta com sucesso, e que seja justamente essa classe a maior responsável por divulgar o engano. Tal e qual nas comédias, onde as mesmas piadas, apesar de repetidas vezes sem conta sob diversas variações, provocam o riso na maioria, na política a repetição tem sido a regra, e as semelhanças com os resultados obtidos a partir das técnicas desenvolvidas por Pavlov não são fortuitas. Assim, as elites não têm problemas em mentir temerariamente, como é flagrante no caso do sofisticado atentado supostamente conduzido desde as montanhas de uma terra perdida onde a única inovação desde o paleolítico foi o Ak-47. Façamos agora um "tour" pelas mentiras desde o 11 de setembro, evento que, mesmo se acreditarmos na versão oficial dos factos, teria sido organizado por um agente da cia pertencente à casa real saudita!

sábado, 5 de julho de 2014

Os tambores da guerra rufam! Desejam os senhores que os nossos netos tenham de empreender uma nova reconquista?

Caros, não preciso mencionar a luta em que me envolvi, luta que agora passará para as mãos de quem possui condições de concluir o trabalho de investigação exposto por aqui e noutros meios. O dever foi cumprido e agora estou disposto a pagar o preço da minha acção, seja ele qual for. Quanto ao futuro, não quero ser lembrado por isso, mas por coisas verdadeiramente nobres, elevadas. Descobri o suficiente e estou mais convicto do que nunca de que não quero me envolver com esse (i)mundo. 

Se depender do futuro, observando os sinais do presente, não faltarão oportunidades para feitos mais nobres pois os movimentos que afectam o globo, com destaque para a Ucrânia, o norte de África e o Crescente Fértil, não auguram uma era de paz e prosperidade. Por aqui, enquanto nos distraímos com a Copa, esquecemos que o nosso futuro está a ser jogado nesses palcos, e que fazemos parte das "equipas" agressoras, ou seja, a NATO e a União Europeia.

Infelizmente, estamos debaixo de um governo a soldo de interesses estrangeiros que estão a promover um movimento que já tem, numa fase incipiente, o seguinte plano:


A nossa pátria, como os senhores devem perceber, se encaixa na parte assinalada a negro. Como não subestimo a capacidade dos leitores do blogue, à excepção de uns recentemente chegados cujo interesse se restringe à parte menos nobre do nosso espaço, mas esses não contam, não direi mais nada. Estou convicto de que todos perceberam o que se passa. Mas, para que fique claro o quanto a situação é grave, lembro que não foram poucas as vezes que um bruxo demasiado confiante libertou um demónio que não pôde controlar. Algo me diz que é com isso que vamos lidar. Sendo assim, vale a pena perguntar: desejam os senhores que os nossos netos tenham de empreender uma nova reconquista? Eu não quero.

terça-feira, 24 de junho de 2014

77 notas sobre a "aulinha" de Sidi Ahmad, o "Gugu"

Deu prá entender? (há quem realmente tenha dado para isso;).

Levando em conta que há pessoas que não perderão o seu precioso tempo assistindo a aulinha do Gugu, e que muitos assistirão, mas nada entenderão, resolvi pedir ao meu irmão os seus apontamentos da aula recomendada no post Curso Olavo de Invocação do Capiroto.  

Colocarei as 77 notas sobre a tal aula em bruto, sem correcções, pois tenho menos paciência para corrigir as notas sobre as aulas do Gugu do que para a própria aula. Aqui seguem as notas, e antes dela segue o endereço da aula, que ainda está disponível no youtube:

Princípios de Cosmologia Tradicional - 01


25 min - "Solve Et Coagula". (ver figura do Baphomet).

30 min – Piada provocativa sobre o facto de que se não sabes o que desejas, não irás encontrar nada, em que fica claro que tens de saber qual qualidade ou coisa desejas alcançar pois sem isso é impossível realizar um pacto. 

38 min – “o que vale a pena neste mundo é conhecimento e virtude o resto tudo se obtém”. (conceito de 
gnosticismo puro, o culto do conhecimento como ponto máximo da existência humana e salvação, sendo 
assim uma virtude). 

39 min – “tudo no mundo é bom, até certo ponto, depois só acumula trabalho” (interessante pensar no 
pecado a partir dessa perspectiva “mágica”). 

40 min – “quanto mais melhor, temos é que adquirir, não importam os meios...” (Preciso comentar? Os fins justificam mesmo todos os meios? Até a venda da alma?). 

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Um documento da inteligência americana que vos pode ajudar a compreender a ligação entre Israel e a Arábia Saudita

Uma das razões para o ataque contra o Iraque, movido durante a presidência Bush graças à desculpa fornecida pelo 11 de Setembro, evento directamente causado por cidadãos sauditas, como todos sabem, foi o conhecimento que Saddam Hussien adquiriu a respeito das ligações ancestrais entre os Saud, o Wahhabismo e a "máfia judaica" ("máfia judaica" não é o mesmo que "os judeus"). Abaixo se pode acessar uma tradução de documentos da inteligência iraquiana traduzidos pela inteligência americana, que vos esclarecerão a respeito de certas ligações que podem confundir à primeira vista. Para entendermos um inimigo que domina as técnicas dialécticas, precisamos estudar muita história. Só depois de acumularmos um acervo de factos considerável é que devemos tentar unir os pontos. Quem não fez isso acaba por comprar teorias que, ao primeiro confronto com a realidade, caem por terra.

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Globalismo: a cartada sionista.


O Homem do Norte precisa de nós.

Alguns percalços na vida pessoal me impedem de continuar a série de posts que tinha começado há alguns dias, de modo que terei que concluir o assunto, de suma importância para entendermos o próprio contexto político português pois o Brasil fornece um excelente caso de estudo, mais tarde, especialmente porque o futuro do Ocidente se joga aqui, na Europa.

É no embate entre os seus povos e as suas elites que está o futuro do mundo, sem descurar a importância do que sucederá nos EUA. É mais provável que uma ruptura bem sucedida se dê por cá, abrindo as portas para um novo realinhamento de forças no mundo que contraponha eficazmente o desafio chinês e o perigo globalista, impedindo o envolvimento de todo o Ocidente numa guerra contra a Rússia, o que, em teoria, abriria as portas para uma hegemonia chinesa. Quanto aos EUA, tudo me leva a crer que a sua desestabilização levará à guerra civil e a uma intervenção externa, tornando-se irrelevante para o futuro do mundo, a não ser que os seus patriotas consigam derrubar o governo de ocupação globalista. Ainda assim, isso simplesmente levaria os EUA ao isolacionismo, o que não seria mal de todo. A cartada globalista, estou convicto, falhará, mas isso pode acontecer com ou sem a destruição do Ocidente, dependendo isso da capacidade dos povos europeus de reconquistarem o velho continente, hoje sob ocupação globalista.

Durante muitos anos especulei a respeito da aparente inaptidão das elites ocidentais, e não falo da classe política, mas sim dos que estão por cima dela, intrigado com o desleixo a que votaram o arsenal nuclear, garantia última contra um inimigo determinado a destruí-la. Apesar da habilidade política russa, que é inegável, ainda assim estranhava como foi possível deixar que a URSS desenvolvesse o seu arsenal, inclusive ajudando-a com a cedência de algumas tecnologias, de modo a fazer a balança pender para o seu lado no fim dos anos 80, dando-lhe uma superioridade gigantesca nos dias de hoje, tanto a nível de números como a nível de tecnologia. Essa capacidade técnica, entre outras coisas, permite mudar a trajectória dos seus vectores mais novos em volo, enganando os sistemas anti-misseis ocidentais, e se estende à própria tecnologia anti-míssil, mais avançada que a ocidental e ainda por cima desenhada para contrapor uma ameaça bem menos perigosa do que os novos Bulava e RS-24, ou seja, os velhos Trident II, agora armados de apenas uma ogiva, e os ainda mais velhos Minuteman III, também armados com apenas uma ogiva.

Contar apenas com o arsenal embarcado, uns 900 mísseis antiquados e agora equipados com apenas uma ogiva por vector, me parece demasiado arriscado, especialmente quando temos em conta que existe a possibilidade da Rússia atacar preventivamente, inclusive atacando a posição dos submarinos, que pode ser conhecida por via da inteligência. Porém, tudo faz sentido quando temos em conta a cartada chinesa, e as relações que a China tem mantido com alguns estados "alinhados" com o "Ocidente". A China, e há provas disso, está determinada a seguir um plano para alcançar a hegemonia mundial, recorrendo inclusive ao genocídio de todos os outros povos, e as suas elites sabem que a guerra é inevitável. A alternativa, para elas, é cair.

A Rússia está condenada a longo prazo, e as elites globalistas desejam destruí-la. Assim, resta à Rússia tentar lançar a China numa guerra contra o Ocidente, aos globalistas, fazer uma guerra contra a Rússia que envolva a China, enquanto à China interessa uma victória militar contra as elites globalistas e a Rússia com um mínimo de esforço, tirando vantagens da desgraça alheia.

Nesse quadro, o mais provável é que a Rússia, deixada sem nenhuma opção diante da agressividade do Ocidente (Putin não pode amargar nenhuma derrota na política externa sem cair), que joga com o seu receio da China para a pressionar ao máximo, especialmente depois de uma possível guerra que trará consequências extremamente negativas e a enfraquecerá ainda mais, ataque o Ocidente em cooperação com a China, que receia o seu arsenal do vizinho setentrional, ficando a Rússia com a tarefa da invasão terrestre à Europa e à China uma invasão aos EUA, após um ataque nuclear preventivo russo bem sucedido, ou, o que imagino que acontecerá, um ataque surpresa contra a Rússia após a eliminação dos EUA e uma guerra de extermínio sem precedentes. Em tal situação, quem ficaria a ganhar, em teoria?

Olhando para o Médio Oriente, onde sabemos que é provável que o estopim para a tal guerra pode ser dado num ataque contra a Síria e o Irão, e o Ocidente parece estar a ser levado nessa direcção, quem se aproveitaria do vácuo criado pela destruição das potências regionais e por uma guerra mundial, que reduziria a Rússia, o Ocidente e a China a ruínas, ainda mais porque temos que levar em consideração que serão usadas armas nucleares, biológicas e químicas?

Considerando as forças militares da zona, é fácil chegar a uma conclusão. Abordarei o assunto novamente.