sábado, 28 de fevereiro de 2015

Cui bono? Querem mesmo a guerra, e terão!

É melhor deixar o tigre em paz...

Ao lerem a notícia abaixo, lembrem que Putin tem apoio de 86% da população e que as suas acções provam que se trata de um estadista. Assassinar um político claramente controlado pelos interesses internacionalistas, na sua posição de força, é um erro que nem um caudilho de uma república das bananas cometeria. Isso só interessa a quem deseja desestabilizar a Rússia. Engenhoso, sem dúvida, mas é um erro grave, mesmo na perspectiva de quem visa uma guerra entre o Ocidente, a Rússia e a China e prepara um golpe de surpresa a partir do Médio Oriente. 

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Há anos alerto para a falsa austeridade (enquanto isso, nenhum liberal monárquico ainda se deu conta da realidade...)



Os últimos anos foram de intensa mudança para mim. À luz de várias descobertas, acabei por abandonar de vez a ilusão liberal, ainda que no meu caso fosse uma ilusão bem mais madura do que a da generalidade dos liberais, e também mudou a imagem que possuo do mundo e de qual deve ser a nossa posição, se quisermos sobreviver e, se tivermos sucesso nisso, sonhar e prosperar com dignidade. 

Porém, no que toca a economia, nessa área, ao menos no que chamam de macro-economia, estou satisfeito há anos pois o que absorvi em décadas de viés economicista foi suficiente para perceber o que é útil para compreender a realidade e o que é falso, ou melhor, propaganda. Para um economista, tudo isso parecerá exagero, mas tal se dá pois os economistas são tão ignorantes da História quanto a maioria esmagadora dos historiadores são ignorantes da economia. Um famoso economista português, ex-liberal convertido a não-sei-o-que, escrevia há anos defendendo que o absolutismo era uma tradição portuguesa enquanto há uns tempos atrás, para dar um exemplo contrário, discuti com um famoso historiador a respeito de alguns dados trimestrais que ele apontava como prova do triumpho da política económica passinhas/portas e fiquei envergonhado por ele. Apesar de não saber a diferença entre défice da balança de pagamentos e da balança comercial, e entre essas duas e o défice orçamental, escrevia sobranceiro a respeito da economia ser uma ciência menor. De facto é, mas ele nem sequer chegou a entender a tal ciência menor e se coloca numa posição semelhante à "das gajinhas da esquerda"...

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Iluminismo no Oriente Médio: reforma cultural do Oriente anunciada por Obama


A quem será que interessa a extensão do laicismo no Oriente Médio senão ao único estado laico do Oriente Médio, qual seja, Israel?? E por que razões?? É algo a se pensar. 

Como nós já falávamos aqui antes, quando comentamos sobre o suposto ataque terrorista na França, a grande meta do Ocidente - principal financiador do ISIS via apoio aos rebeldes sírios - com relação ao Oriente Médio, vai se delineando pouco a pouco. O estímulo ao terror islâmico conjugado a derrubada de vários ditadores que o seguravam não tem outro objetivo senão criar o clima cultural necessário dentro da opinião pública mundial, para justificar uma nova intervenção na região, ampliando a NOM - nova ordem mundial vinculada aos interesses de EUA e UE e a uma ideologia laicista, ateísta, liberal-social e globalista. Ontem o presidente americano Barack Obama encerrou uma conferência internacional em Washington sobre combate ao extremismo colocando mais ênfase em direitos humanos e democracia e menos em ações militares para liquidar grupos terroristas como o Estado Islâmico. Enfrentar esse pesadelo, segundo Obama, exige um esforço ideológico. Uma nova cruzada de ideias, começando na escola. Vitória militar, segundo ele,  é difícil. Ou seja: agora entraremos em uma nova fase da guerra da expansão da NOM no Oriente Médio, antes limitada a ações militares e invasões, realizadas pelos republicanos. O que Obama anuncia é uma guerra cultural contra os elementos antimodernos do Islão. Em suma o que Obama postula é um projeto de penetração ideológica dentro do Islão. O mesmo processo de modernização já realizado dentro do judaísmo e do catolicismo será, agora, realizado dentro da religião muçulmana. É a conjugação do hard power com o soft power ( No jargão das relações internacionais a união do poder forte, militar, com o leve, cultural e ideológico). O novo acordo assinado entre EUA e Turquia - modelo de nação islâmica aberta ao modelo europeu laico - deixa ainda mais claro tal objetivo(http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/02/turquia-e-eua-assinam-acordo-para-treinar-e-equipar-oposicao-siria.html). É o império mundial laico de cariz anglosaxônico crescendo vertiginosamente diante de nós. 

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Mais um aviso...


Para mim, a mensagem é clara. Quanto à explicação científica, não me interessa. É o mesmo que tentar desvendar um homicídio praticado com um revólver recorrendo a uma exposição sobre o funcionamento das armas de fogo...

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

João Pais do Amaral: um pobre desinformado ou um desinformador?



Qualquer um que estude a maçonaria com alguma atenção há de reparar que não se combate tal associação criminosa no campo das ideias, mas sim enquanto organização. Quem tentar lutar contra as ideias descaradamente maçónicas sem isso em mente acabará envolvido na trama pois a rede que combatemos não se limita ao campo adversário, mas se estende ao nosso campo pois não pode se dar ao luxo de ser isolada num canto. Se fosse, cairia num instante. Daí a razão pela qual os nefelibatas se perdem em debates sobre os évolas e os de Maistres da vida sem chegarem a lado nenhum. Posso garantir que provocam gargalhas nas lojas, ao menos nos graus mais altos (quanto aos arrivistas que predominam nos graus de baixo, vale o brocardo avaritia facit bardus).

É desde tal perspectiva que devemos olhar para a actuação dos indivíduos na política, e falo apenas dos partidos que se dizem "anti-regime" (os outros dispensam tal esforço e toda a gente que neles está deve ser excluída da vida política, ou coisa pior), estudando o seu passado, as suas amizades, quem paga as suas contas e o posicionamento dos mesmos em relação ao que é de facto importante. Da boca para fora, é fácil ser nacionalista e proclamar amor pela pátria, e não é problemático colocar isso em práctica nas pequenas coisas se, num golpe de sorte, se chega a uma posição de poder, reservando o poder adquirido pela confiança dos ingénuos que caem no truque do nacionalismo das pequenas coisas e das palavras bonitas para ser usado nos momentos fundamentais, em que agir em contradicção com os princípios enunciados é vital para a manutenção da estrutura de poder.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Quem é Olavo Schneider de Carvalho?


Há alguns anos, quando eu ainda era colaborador do Mídia sem Máscara, um amigo, então aluno do Olavo de Carvalho em seu “seminário de filosofia” em São Paulo, relatou-me uma conversa que tiveram em que o professor lhe perguntou se seu sobrenome era de origem judaica. Ele respondeu que não, mas que, de fato, tinha uma avó judia. O Olavo então quis saber por qual via e, ao dizer que era pela materna, o professor afirmou: “Mas então você é judeu”! E complementou: “Se você fosse para Israel você seria reconhecido como judeu”!

Olavo de Carvalho se referia à Lei do Retorno, de Israel, que reconhece o status de judeu e confere cidadania a quem tenha uma mãe ou avó judia. Mas, a despeito do reconhecimento israelense, o Olavo já o considerava um judeu de fato pela simples ascendência, e apesar de saber que seu aluno era cristão.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Quem controla a opinião pública mundial?




" Posso afirmar conscientemente que somos atualmente legisladores; pronunciamos as sentenças da justiça, condenamos à morte e perdoamos; estamos como chefes de nossas tropas montados no cavalo do general comandante. Governaremos com mão firme, porque nos apoderamos dos restos dum partido outrora forte e hoje submetido por nós. Temos nas mãos ambições desmedidas, muita avidez ardente, vinganças sem piedade. ódios e rancores (2). De nós promana o terror que tudo invade (3). Temos a nosso serviço homens de todas as opiniões, de todas as doutrinas; restauradores de monarquias, demagogos, socialistas e comunistas (4) e toda a sorte de utopistas ; atrelamos o mundo inteiro ao nosso carro: cada qual mina de seu lado os derradeiros restos do poder, esforçando-se por derrubar tudo o que ainda se mantém de pé. Todos os Estados sofrem com essas perturbações, pedem calma e estão dispostos a tudo sacrificar pela paz; mas nós não lhes daremos a paz, enquanto não reconhecerem nosso Governo Supremo, abertamente e humildemente." Os Protocolos dos Sábios de Sião, p. 32. 

Consultem o link abaixo e vejam quem controla a opinião publica mundial, desde os EUA: contra fatos não existem argumentos!!