segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Um Reino Unido pela Força e pela Farsa

Elton John e terrorismo: eis a monarquia britânica.

Bons tempos aqueles em que acreditei na existência de uma monarquia exemplar no tal Reino Unido, uma farsa criada pela cosidetta Revolução Gloriosa, a mesma que deu origem ao primeiro banco emissor monopolista, o Banco de Inglaterra, até hoje em mãos privadas, e afastou definitivamente o catolicismo dos tronos britânicos, com farto financiamento de uma certa minoria que até então havia centralizado as suas operações em Amsterdão, depois de sugar a Península Ibérica e drenar recursos do Império Otomano. Apesar do kitsch britânico, admirava as suas instituições, acreditando no que a teoria delas afirma. 

O divisor de águas para mim foi o famoso incidente de Setembro de 2005, em que soldados do SAS disfarçados com trajes locais foram capturados pelas forças do já liberado Iraque depois de terem assassinado um guarda num ponto de controlo das forças locais. Felizmente, a tentativa de fuga falhou e ficamos a saber de algo bastante incómodo: agentes britânicos incitavam a guerra civil entre xiitas e sunitas com falsos atentados. Hoje, já não precisamos especular a respeito das intenções por detrás de tais acções. O presente, ainda mais depois da criação do ISIS e da intervenção na Síria, que acabará com a deposição de Assad, está longe de ser a conclusão de uma sequência de eventos aleatórios, ou de erros de cálculo. 

Diante das evidências apresentadas quando da captura dos dois terroristas a serviço de sua majestade, evidências inegáveis, decidi que deveria reestudar tudo o que tinha lido a respeito dessas acções dos serviços secretos britânicos, a começar pelas acções na Irlanda do Norte, passando pela ligação com movimentos de desestabilização no terceiro mundo, como se dá na Amazónia brasileira, onde incentivam o separatismo dos locais, por episódios como o assassinato do arquiduque Ferdinando, perpetrado por um maçom com vínculos aos serviços secretos britânicos, até chegar a atentados contra os próprios cidadãos, como no famoso ataque de Londres atribuído à tal "alcaida", uma das ferramentas mais importantes do globalismo. 

Portanto, nada do que leio a respeito da monarquia britânica, ao menos quando se trata de algo reprovável, me surpreende, e é assim que leio o artigo abaixo:


Feliz o dia em que não apenas escoceses, mas também galeses, ingleses e irlandeses meterem os cripto-judeus que os tiranizam em nome da banca internacional na Torre de Londres e reconciliarem as suas nações com Roma. Por cá, infelizmente, ainda há monárquicos que continuam a cultuar uma monarquia ilegítima que deveria, fossem os tempos em que vivemos minimamente saudáveis, alvo de uma cruzada. Mais não fazem esses monárquicos do que afastar as pessoas inteligentes do seu favorito, Dom Duarte, como se esse já não estivesse rodeado por patetas e fosse tomado por um deles pelo povo.  

3 comentários:

  1. Se deputado quer rir, tem que fazer juiz rir

    http://www.youtube.com/watch?v=ecAip67gXhg&list=UU-nr9CZ9LglgqMOqSSlzytg

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  2. Assino embaixo. A propósito quando o Olavo vai tocar nesse assunto???

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  3. Aquilo é um antro desde Elisabeth, a excomungada! A Mão do Senhor ainda pesará sobre o reino não tão unido assim!

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