domingo, 30 de março de 2014

Ensaio sobre a Cegueira



Diante da agressividade do bloco globalista perante a Rússia, nação condenada a longo prazo cuja maior ambição que pode alimentar é sobreviver, o que sabe que não conseguirá se as elites sionistas/globalistas continuarem no comando do Ocidente e a "bomba relógio chinesa" não for desactivada, a guerra me parece certa pois, por mais que a Rússia se esforce, a sua posição face ao duplo desafio globalista/chinês a obriga a usar a vantagem nuclear, que pode garantir mais uns dez a vinte anos de superioridade estratégica, e a sua descrescente capacidade de mobilização o mais rapidamente possível de forma a obrigar a China a ficar ao seu lado, caso contrário será ela a presa. A única explicação que acho para o facto da Rússia ainda não ter atacado o Ocidente, sem aviso, é que a sua liderança ainda conta com uma mudança interna no Ocidente, que o desvincule da política globalista, e há fundamento nessa esperança pois a própria agressividade do Ocidente sob ocupação sionista, num momento em que o tempo favorece a agenda globalista a longo prazo, ao menos em termos materiais, indica que as suas elites estão nervosas com os sinais de que os povos começam a desvendar a trama em que estão metidos. Porém, não devemos limitar a nossa leitura dos factos às coisas dos homens. Há pouco mais de uma semana, escrevi o seguinte texto:

Para bom entendedor, basta um sinal 

Quem conhece a história da Rússia sabe quem financiou e comandou a revolução russa na fase inicial, e sabe que mesmo depois do fracasso sionista em garantir a sucessão de Lenine por Trotsky, esse grupo continuou a possuir uma enorme influência na URSS, especialmente depois do desaparecimento de Estaline. Os erros da Rússia, não por acaso, não foram descritos como os erros dos russos, o que seria injusto, afinal, eles foram a vítima dos erros concebidos por uma super-classe bem instalada em Nova Iorque e Londres, facto que a NEP expõe de forma eloquente. É importante ter isso em mente ao ler a notícia abaixo:    


Para terminar o post, volto a lamentar a falta de um líder inspirado e carismático entre nós. Da política, como é natural em qualquer pessoa com alguma maturidade, nada espero, mas fico estarrecido com o facto de que aqueles que têm a obrigação de liderar, pois representam a legitimidade histórica necessária à restauração dos nossos povos num quadro de união contra as facções, continuem a tentar agradar algumas facções às custas do povo, aquém e além-mar. Que fique claro para eles que um povo faz um rei, mas o contrário só é verdadeiro para o rei dos reis, perante o qual estes vassalos estão em grande falta por preferirem agradar aos discípulos do "grande taveira". 

quinta-feira, 20 de março de 2014

Era uma vez ...

Monumento anti-semita.


Tentarei vos contar uma estorinha interessante. Há mais de uma década, a mais poderosa nação do planeta sofreu um ataque de terroristas sauditas. Pouco depois, o presidente da tal nação, o Sr. W, invadiu, ou melhor, libertou o Afeganistão e o Iraque.

O Sr. W, filho de um antigo presidente e chefe dos serviços de inteligência, muito bem conectado com os sauditas, tinha por “ideólogos” uma espécie de grupo de sábios conhecido por neo-cons, que, por coincidência, é majoritariamente composta por indivíduos do mesmo grupo étnico do qual sairam os últimos presidentes da Reserva Federal, criada em 1913 por pressão de um outro cavalheiro pertencente ao mesmo grupo étnico.

Para além de ordenar as tais invasões, ou melhor, libertações, é importante referir que o mesmo aprovou um pacote de leis que subverteram a ordem constitucional que ficou conhecido como Patriot Act, que o presidente anterior, muito amigo da família apesar de pertencer a um club de cavalheiros rival, havia tentado aprovar duas vezes, sob outros nomes, após um nebuloso episódio envolvendo uma seita qualquer que se preparava para o fim do mundo e depois de um atentado esquisito, oficialmente perpetrado por um ex-militar fã de um homem conhecido pelo bigode quadrado. 

O resultado das suas acções pode ser resumido assim: começaram a desaparecer pessoas más ao mesmo tempo que vôos secretos - ou melhor, grátis - para Guantánamo, Marrocos e outros destinos paradisíacos aumentaram, o livre mercado foi imposto, ou melhor, oferecido ao Afeganistão, que agora vivencia um boom económico em meio ao caos, graças à produção de papoilas, provando que o livre-mercado é imbatível, e a democracia foi imposta, ou melhor, presenteada ao Iraque, fazendo com que centenas de milhares de cristãos, ou melhor, de nazis e fascistas fossem expulsos de uma terra por eles conspurcada há quase dois milénios. O povo local está contente e demonstra a sua gratidão, diariamente, com fogo real, afinal, fogos de artifício fazem pouco barulho e há que se comemorar a Aurora de um Novo Mundo em grande.

Terminada a sua obra, chega a hora de, democraticamente, o povo do tal Destino Manifesto escolher um presidente de outro club, elegando, pela primeira vez em sua história, um sujeito do qual ninguém havia ouvido falar até poucos meses antes das eleições, elemento que, por acaso, era financiado por sauditas e por gente daquela mesma etnia à qual pertenciam os tais neo-cons e o cavalheiro responsável pela fundação da Reserva Federal, que apesar do nome, não é federal.

Eleito o novo presidente, Mr. Droneman, cuja mais excelsa qualidade é ler textos em voz alta e possuir uma tez diversa dos presidentes que o precederam, numa eleição que mais pareceu a eleição do presidente do mundo do que outra coisa, eis que ele vence, ainda sem nada ter feito, um famoso prémio concebido por um bilionário, que fez fortuna graças à guerra, por tudo o que ele havia feito pela paz, apesar de nada ter feito. Para provar que era digno desse prémio, fez tal e qual quase todos os chefes de estado que o venceram e passou a fazer guerras pela paz. Nem o ursinho Teddy, um bonacheirão amigo da natureza, fez melhor.

Atacou a Líbia, castigou um tipo qualquer, que rapidamente jogaram ao mar, que de acordo com os meios oficiais, que nunca mentem, era o tal que organizou o atentado sofrido nos anos de presidência do Sr. W desde umas cavernas perdidas no meio do nada (por coincidência, todos os membros da equipa envolvida na operação morreram), promoveu revoltas nos estados menos alinhados do mundo árabe, conduzindo, num gesto magnânimo, os inimigos de ontem ao poder e abrindo as portas para o massacre, ou melhor, para a punição justa de comunidades cristãs, ou melhor, fascistas, e se juntou à “islamista” Turquia, à pérfida Albion, à amiga Arábia Saudita, à entidade criada na Terra Santa e à maçónica França, para além de outras nações sob o jugo de gente acima de qualquer suspeita, para atacar a maldita Síria, um campo de concentração a céu aberto comandado pelo implacável Assad, o Empalador, ajudando directamente os guerreiros pertencentes ao mesmo grupo que havia antes atacado os EUA e agora demonstra a sua gratidão eliminando os criminosos cristãos, ou melhor, os fascistas sírios, apoiados por outros bandidos como os terroristas do Hezbollah e os malucos de Teerão, que, como todos sabemos graças aos nossos queridos jornalistas, têm por intenção acabar com o mundo.

Mr. Droneman só não fez mais pela paz e pela democracia pois o bicho papão, ou seja, Putin, o Terrível, disse basta, ameaçando o paladino da paz com a guerra (que horror!), o que motivou Mr. Droneman, que no seu quintal quer obrigar umas freiras fascistas a financiar abortos de forma a torna o mundo um lugar mais respirável e mais sustentável, a pedir ajuda aos seus bons amigos para desestabilizar a Ucrânia recorrendo a uns tipos que, estranhamente, nutrem admiração pelo homenzinho do bigode que encarna todos os males do mundo, especialmente a perseguição ao povo da etnia que, apesar de constituir menos de 1% da população do planeta, dita a agenda de quase 100% dos governos ocidentais e de todos os seus satélites e acusa, com toda a razão, todos os que ousam falar desses factos de serem apoiantes do fascimos. 

Moral da história: é tudo coincidência, a verdade vem estampada nos grandes jornais e a única infabilidade é a do tal povo que constitui menos de 1% da humanidade e manda em quase todas as nações do mundo.

P.S: Felizmente, os maus estão a ser eliminados. Vejam no link a seguir a justiça a ser feita contra os cristãos, ou melhor, contra os fascistas da Síria: Siria: straziante esecuzione di cristiani, inginocchiati e giustiziati a colpi in testa – VIDEO SHOCK

quarta-feira, 19 de março de 2014

RESPOSTA AO SIDI MUHAMMAD/ OLAVO DE CARVALHO

Para início de conversa, nunca houve um desmentido por parte do Edson Filho, dono da É Realizações. Quem me contou sobre a sua dívida com Edson Filho foi o seu ex-amigo Mateus Soares de Oliveira. É um fato que a É Realizações não publica mais seus livros e é um fato que Edson Filho criou o site Mídia Mais para concorrer com o Mídia Sem Máscara. O Edson também contou para vários desafetos seus que você, quando ia a São Paulo, pedia para ficar hospedado em hotéis no Centro da cidade porque eram perto de prostíbulos. Será que foi por isso que a esquerda o apelidou de "filósofo de bordel" ?

A sua passagem pela Livraria Zipak já faz parte do folclore perenialista tupiniquim. Não conheço Luis Pellegrini, mas conheço Sergio Rizek, cujos livros eram vendidos na Zipak. O Pellegrini vai ter coragem de desmentir o Sergio ou de dizer que não o conhece ? 

O Sergio era seu colega na tariqa do Idries Shah, de onde você saiu brigado por não ter se tornado o líder da tariqa, tendo caluniado o Sergio e inventado que a tariqa era contra-iniciática. Você deve se lembrar desse episódio muito bem, não é ? O inquérito policial por suposta prática de infanticídio foi arquivado por falta de provas, mas a vida do Sergio foi transformada num inferno por causa da sua vaidade ferida. 

O Sergio também disse que você saiu da tariqa do Idries Shah dizendo que iria se converter ao Islã, pois você discordava da atitude do líder dessa tariqa, que não exigia a conversão ao Islã. Nessa época ( início dos anos 1980 ) você concordava integralmente com o Guénon de que não era possível haver sufismo SEM o Islã. As cartas do Martin Lings comprovam que cumpriu sua palavra e até mudou de nome para seguir o Islã.

Não adianta, velho mitômano e depravado. Você não vai me intimidar. Eu não vou desistir de escrever o meu romance. Se essa é a sua intenção, é melhor você rezar para eu morrer antes que eu conclua o livro. Fora isso, o livro será publicado. Já tenho oito capítulos prontos.

Luís Gonçalves Jr. 

sábado, 15 de março de 2014

Feios, Porcos e Maus



Antes de começar, quero deixar bem claro que estou farto de responder a imbecilidades que não passam de diversionismo vulgar. Até agora nenhum dos pontos básicos dos factos menores que aqui expús, ou seja, que Sidi Muhhamad mente, difama e usa da coerção para calar os seus opositores, e dos factos maiores, ou seja, que todas as suas ligações estão em concordância com a defesa da agenda sionista que faz, que é maçom, que se converteu ao islamismo, facto sobre o qual mentiu e continua a mentir, e tem ligações directas com entidades sionistas, que inclusive reconhecem isso por prémios, foram refutados. Infelizmente, grande parte do público brasileiro está incapacitado para entender o quadro, razão pela qual apelei a um artigo em inglês. 

A palhaçada chegou ao ponto de agora o seu protagonista vir a público defender a ideia pioneira de que Obama é um agente de Putin! Espero que o mundo não venha a saber que um brasileiro, ainda por cima um que é levado a sério por dezenas de jornalistas e dezenas de milhões de inocentes, afirma isso e não é metido numa camisa de força pois a reputação do Brasil não precisa de mais um golpe. Como todos sabem, decidi encerrar o assunto, mas em vista dos incessantes ataques, agora também protagonizados por seguidores do guru, que atingiram a terceiros, sou obrigado a fazer mais um esforço enfadonho e responder as calúnias. Daqui para a frente, espero que acabem com a palhaçada e aguardem pelo julgamento, que virá, com um mínimo de dignidade. A mesma piada repetida vezes sem conta acaba por cansar, e eu desejo me dedicar a coisas mais elevadas do que os cavalheiros em questão: tenho muito material sobre assuntos mais nobres por estudar e pouco tempo para fazê-lo.


MAIS INFORMAÇÕES SOBRE SIDI MUHAMMAD

Sidi Muhammad agora admite sua dívida intelectual com Guénon e Schuon. Mas só fez isso após ser confrontado com a carta de Martin Lings e com a dissertação de mestrado em que ficou demonstrada a exigência da conversão ao Islã para ser aceito na tariqa do Schuon. O que ele omite é sua passagem pela tariqa do Idries Shah, em São Paulo, no início dos anos 1980. Não obstante, ele continua posando de inimigo dos perenialistas, o que é verdade. O perenialismo condena o sionismo. Logo, só resta a Sidi se opor e difamar os perenialistas. O que me intriga é por que os perenialistas aguentam calados as difamações de Sidi ? Só por que ele está nos EUA e fora do alcance da justiça brasileira ?

Sidi é mitômano, paranóico, ladrão e vários perenialistas sabem disso. Após ter sido impedido de se tornar o líder da tariqa do Idries Shah, ele inventou que a tariqa era contra-iniciática e que o líder induzia as discípulas a abortar. O líder da tariqa respondeu a inquérito policial por infanticídio - que foi instaurado por determinação de um promotor de justiça homossexual que era amicíssimo de Sidi -, mas nada foi provado contra ele e o inquérito foi arquivado. É também conhecida de vários perenialistas a passagem de Sidi pela livraria Zipak no fim dos anos 1970. O dono da livraria, Luiz Pellegrini, cedeu um espaço em seu estabelecimento para Sidi dar aulas de astrologia. Um belo dia, após encerrada uma das aulas, Pellegrini notou que todo o dinheiro do caixa tinha sido furtado. Sidi foi expulso da livraria e teve de procurar outro lugar para continuar com seu curso de astrologia. 

Outro fato desabonador na biografia de Sidi - e também conhecido por muitos perenialistas - foi o fim de sua amizade com Edson Filho, dono da É Realizações. Edson, de boa fé, emprestou a Sidi vultosa quantia em dólares para que ele realizasse obras em sua nova casa, na área rural da Virgínia. Em troca, Edson pediu a Sidi que escrevesse um livro por ano para que ele os publicasse. Mas Sidi Muhammad não escreveu nenhum. Como vingança por ter sido enganado, Edson Filho criou o site Mídia Mais para concorrer com o Mídia Sem Máscara. Edson ainda relatou a vários perenialistas que tentava hospedar Sidi em hotéis de luxo quando ele ia a São Paulo dar um palestra ou divulgar um livro, porém Sidi pedia para ficar hospedado num hotel no Centro da cidade porque era perto de prostíbulos. Foi por isso que a esquerda o apelidou de "filósofo de bordel". Esse é apenas um pequeno e breve resumo da biografia de Sidi Muhammad. Mais detalhes vocês terão no meu romance O GURU, que estará nas livrarias em 2015.

Luís Gonçalves Jr.


Subsídios para o debate do momento no Brasil*


Por recomendação do Sr. Uriel Urigaray, que leu com muita atenção todo o trabalho que aqui recomendamos a propósito do debate a respeito do dervixe de Campinas, pedimos a todos os leitores que leiam com atenção a página 125 da tese de mestrado "A Mística Islâmica em Terrae Brasilis: o Sufismo e as Ordens Sufis em São Paulo".
Porém, faço a seguinte advertência aos leitores: é muito possível que o autor da tese seja mais um agente do KGB...

* o mesmo debate em que, "estranhamente", o PT não só omite as informações que poderia usar contra o grande adversário, mas até toma o partido dele.