A partir do momento que comecei a acompanhar Olavo de Carvalho pelas redes sociais, o que era muito diverso de ler artigos escritos com cuidado e ouvir esporadicamente programas de rádio voltados para um público mais vulgar, comecei a notar certos padrões perturbadores. A sua obsessão pelo ânus e por falos, com destaque para os africanos, tudo isso recheado de histórias bizarras envolvendo experiências grotescas e uma necessidade doentia de simular virilidade e inventar histórias de bravura altamente suspeitas, acabou depois por fazer sentido, já quando tomei contacto com relatos de pessoas que com ele conviveram, histórias que, na sua maior parte, omiti do público por pudor. Mas ainda assim deixei escapar algumas coisas, como a existência da "malinha secreta":
A misteriosa malinha do "filósofo" Olavo de Carvalho
Hoje fui bloqueado na rede social facebook devido a uma campanha de denúncias em massa promovida pelos fanáticos do guru de Jair Bolsonaro, mas fiquei a saber que o chefe de seita atacou o ex-presidente Luís Inácio da Silva, do qual fui sempre um opositor (digo isso para que os recém-chegados não se enganem a meu respeito), a propósito de uma pergunta que atiçou as suas taras, respondendo à questão sobre o seu posicionamento a respeito da educação sexual acusando o ex-presidente de violar cabritas. Até hoje não soube de nenhum caso de zoofilia envolvendo Olavo de Carvalho (apenas de sacrifícios de gatos e galinhas de Angola em rituais de magia negra), mas aqui o duplo padrão de avaliação dele volta a ser exposto, afinal, Lula já foi presidente, portanto, já não entra na equação, mas o futuro presidente admitiu em público que estuprou galinhas, entre outras coisas que, ao menos para mim, são bastante invulgares e desqualificam qualquer um para um cargo de tal importância:
Caros, acho que não é preciso ser uma mente brilhante para perceber que, especialmente num mundo onde a informação é tão fluída e os meios de divulgação tão eficazes, e relativamente baratos e acessíveis, um imbecil desses não é apenas incapaz de exercer o cargo executivo, mas será facilmente submetido a pressões extra-oficiais até pelo mais tosco e primitivo serviço de informação existente no mundo. Com tantas pontas soltas, e ainda por cima sendo dominado mentalmente por um tarado e chefe de seita, o Palácio do Planalto terá as portas escancaradas. Talvez isso explique a insistência com que o clã Bolsonaro, apesar das pressões de gente bem próxima e com um mínimo de sensatez, como o general Mourão, está empenhado não apenas em transformar o que deveria ser - e sempre foi - uma política de estado numa mera política de governo, mas ainda por cima a cometer um acto de estupidez ímpar na história da diplomacia mundial, afinal, nossa amizade com Israel não depende disso, mas as nossas relações com o mundo muçulmano, tão importantes desde os tempos do general e estadista Ernesto Geisel, serão postas em causa:









