domingo, 23 de fevereiro de 2014

Respondendo em definitivo às calúnias do difamador - Parte 2

Alguém que afirma tal coisa não pode ser levado a sério como intelectual, afinal, manifesta que jamais dirá uma verdade se entender que ela prejudica "os judeus". Esquece que os próprios judeus ditos ultra-ortodoxos - mas não só - são contra o estado de Israel (ver exemplo aqui) e também denunciam a máfia judaica que está no topo do globalismo, como se pode atestar numa das obras que o Sr. Olavo já recomendou, To Eliminate the Opiate, escrita pelo rabino Marvin Antelman, obra que o mesmo deixou de mencionar a partir do momento que se tornou "perigosa":


Chegada a campanha de difamação a um ponto que era preciso ripostar, afinal, os tradicionalistas não têm meios e são as únicas vítimas da técnica da espiral do silêncio da qual o Sr. Olavo se diz vítima, pois tanto a direitinha como a esquerda omitem a nossa existência do grande público e, ao menor sinal de perigo, se unem no jogo de difamações covardes para nos calar, se possível censurando e criminalizando, resolvi expor um "facto" sobre o Sr. Olavo, que se limita a tagarelar e a difamar sem provas, e que nos faz entender a razão da sua defesa asinina e anti-católica da maçonaria, se for real. O resultado, como sabemos, foi mais desconversa, palhaçada e difamação. A coisa chegou ao ponto dele dizer que havia uma rua em São Paulo chamada Olavo “de” Carvalho (aí o "de" já valia), que muito provavelmente é ele próprio, mas diz ser outro (nem o Obama o supera nisso):

Ainda que venhamos a admitir que esse suposto professor e jornalista Olavo de Carvalho, que dá nome a uma rua obscura, é tão ilustre que o próprio Olavo de Carvalho, que é jornalista e professor, o desconhece, ao mesmo tempo que um maçom qualquer que precisou recorrer à Wikipedia para fazer a lista de maçons ilustres o conheça e o coloque junto ao Roberto Marinho, entre outros nomes realmente ilustres, é estranho que o Olavo de Carvalho nunca tenha ouvido falar nele, afinal, tem o mesmo nome e a mesma profissão. Meu irmão fez o favor de investigar no google se havia alguma coisa sobre o tal professor Olavo de Carvalho, que o Olavo, com a sua cultura enciclopédica, apesar de ter o mesmo nome e a mesma profissão, nunca conheceu, e nada achou, e isso após a leitura de 14 páginas! Enfim, o Olavo se parece cada vez mais com as suas vítimas quando apanhadas na mentira. Todavia, tal facto tem pouca importância diante da reacção do Sr. Olavo ao facto peculiar.

sábado, 22 de fevereiro de 2014

Respondendo em definitivo às calúnias do difamador - Parte 1


A mim não interessa fazer campanhas difamatórias como aquelas em que o Sr. Olavo se especializou, mas tão somente expor a verdade a respeito da direitinha oficial brasileira, cujo grande cérebro, para nossa sorte, é o tal cavalheiro. Quem acompanha o blogue sabe o que penso a respeito da direitinha liberalóide e entendeu o seu papel no jogo dialéctico que está conduzindo o Brasil para uma primavera e uma possível guerra civil. Quem não acompanha, que passe a acompanhar, especialmente se estiver sob influência do Sr. Olavo.

Sabemos todos que a esquerda desune os brasileiros, mas ainda falta aceitar que a direitinha oficial, promovida pelos mesmos media que impulsionam o esquerdismo, meios como a Veja, o Globo, a Folha e o SBT, faz o mesmo. A mensagem da direitinha liberal jamais conquistará o povo mais humilde, cujos problemas actuais são o resultado de mais de um século de experimentos socialistas e liberais. Essa fracção da população brasileira, com as raras excepções a nível individual, está condenada à proletarização, à fragmentação familiar, à educação deficiente e ao estigma de não pertencer ao grupo social que tem acesso aos bons empregos, reservado aos de “boa aparência”, que estudaram em “bons” colégios e têm boas conexões familiares. 

Ainda assim, o grosso da classe média nada mais é do que uma classe remediada, que luta a todo o custo para manter as poucas propriedades que possui e é esmagada por um estado ao serviço das grandes corporações e dos grandes bancos, o verdadeiro poder que conduz os destinos do Brasil. Nas fases boas do ciclo económico, ela consegue viver bem, mas nas fases más fica em apuros. Se há nação onde a insegurança económica reina, essa nação é o Brasil. A mão que conduz o Brasil alterna as políticas socialistas e liberais de acordo com o seu interesse, como faz por toda a parte. Usa o socialismo para proletarizar a classe média, através dos impostos e dos regulamentos, ao mesmo tempo que instrumentaliza o liberalismo para escapar da armadilha socialista em que meteu a classe média, por meio de privilégios que os defensores do livre-mercado prontamente defendem sem olhar para o conjunto, erodindo a soberania pátria no processo. Quanto ao Banco Central, ninguém toca nele. Quem manda ali são os interesses estrangeiros, seja num governo de direita, seja num governo de esquerda.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Nem foi preciso torturar: sob um mínimo de pressão, o guru Olavo cede

Caros, é fácil apanhar um mentiroso: basta deixá-lo falar. Contarei o que se passou hoje. Um sicofanta do Sr. Olavo resolveu colocar na página do ídolo uma denúncia a respeito dos meus posts, como se o cavalheiro não soubesse nada a respeito:


Imaginando que a melhor táctica era continuar fingindo nada saber, mas atacando-me sem mencionar o nome, o Sr. Olavo rapidamente tratou de apagar a denúncia do seu fiel sicofanta:


Olavo de Carvalho, o grande palhaço do Brasil (Quem ri por último, ri melhor) - parte 2

Quem quiser ver, verá. Quanto ao resto, não interessa. Otários não passam de espectadores da História.

Pois bem, não precisei me esforçar para que verdades inconvenientes, ao menos para o senhor Olavo, chegassem até mim, e diante dos ataques que o mesmo agora move contra a minha pessoa e contra amigos meus, chegando ao ponto de sabotar o Prometheo e o que imaginava ser uma amizade sincera (como disse, tenho provas do que afirmo), resolvi expor a ponta do Iceberg. As imagens postadas acima estão na página que pode ser acessada no endereço abaixo, cujo nome diz tudo o que precisamos saber:


Por coincidência, se procurarem pelo nome da loja no google, o primeiro link que aparece refere a conferência de uma astróloga por lá, um detalhe sem importância, mas caricato. Ao ver que o nome do senhor era referenciado sem o "de", resolvi procurar por personagens ilustres, entre jornalistas, escritores, radialistas e jornalistas, com ênfase para o Rio de Janeiro, com o nome Olavo Carvalho. Não achei nada. Para ter a certeza do que estava diante de mim, procurei todas as litas de maçons que constam no Wikipedia, que é citado como fonte, e a própria entrada do senhor Olavo por lá, e não achei nada. Procurei por informações a respeito de uma possível inclusão do senhor Olavo em tais listas no passado, pesquisa que sugiro a todos, levando em conta que os seus adversários, como o pessoal da Associação Monfort, jamais perderiam uma oportunidade tão fácil de expô-lo. Não achei nenhuma referência ao facto em lado nenhum. Portanto, nesse caso, como no de outros nomes que não constam nas listas de maçons do Wikipedia, a fonte não poderia ser o Wikipedia. Para aumentar o número de coincidências e coisas estranhas, sabemos todos que o senhor Olavo viveu no Rio de Janeiro.

Já imagino a cara de glúteo dos irmãos ao constatarem que um deles cometeu tal deslize!

Enfim, mais uma coincidência. Quando os factos apontam numa direcção inconveniente, não passam disso, mas basta a desconfiança para que o senhor Olavo acuse os seus adversários de serem agentes do KGB e nazis. Quanto aos meus antigos colegas no Seminário de Filosofia, tenho algo a dizer: os senhores estão a ser vítimas de um manipulador que sabe mentir como poucos. Abram os olhos e se afastem dele, economizando trinta dólares por mês para comprar livros ou conviver com gente saudável. O Olavo vos omite informações e fará a qualquer um que ouse colocar-lhe perguntas inconvenientes o que está a fazer a mim, que agora sou acusado, de maneira vil e covarde, de ser um agente do KGB.

Olavo de Carvalho, o grande palhaço do Brasil (Quem ri por último, ri melhor) - parte 1

Chegar a tal idade e fazer figur de palhaço é triste, muito triste. 
Que a Providência nos proteja de tal destino!


O sujeito fazendo cara de idiota na fotografia se chama Olavo de Carvalho, cavalheiro cujas aulas andei a seguir durante alguns anos e no qual depositei confiança. Graças à minha formação em História, e à minha paixão pela política, sempre mantive reservas em relação ao que ele dizia quando deixava a filosofia, disciplina que não domino, e palpitava nas minhas áreas de predilecção. O facto dele se equivocar não me incomodava, mas confesso que me desagradava a facilidade com a qual rotulava vários personagens, como o jornalista Alex Jones e o político Ron Paul, como agentes do KGB, atitude que me parecia ser apenas um reflexo de uma certa tolice inocente (basta ouvir o humor bobo e rasteiro do Olavo para se confirmar a impressão).

Sua defesa asinina do estado de Israel e dos EUA, que segundo ele são bastiões contra o globalismo (procurem e verão que o que afirmo é verdadeiro, apesar de soar ridículo a qualquer pessoa com um mínimo de estudos), começou a me incomodar a partir do momento em que despoletaram as primaveras árabes, chegando ao cume quando da actual ingerência na Síria, onde Israel não apenas apoia politicamente, e com recursos, os terroristas que agora matam os mesmos cristãos que o Sr Olavo diz defender, mas ajuda directamente atacando as forças sírias e do Hezbollah com a sua artilharia e a sua força área. Ao mesmo tempo, sabendo que a actual administração americana é a administração mais descaradamente sionista da história da jovem república (batendo o record da anterior),  possuindo mais de 20 cidadãos israelo-americanos no executivo, também me irritava a omissão de tal facto pelo cavalheiro, até porque o mesmo afirma perseguir a verdade a qualquer custo.

Sempre os mesmos, mas é tudo coincidência

Todos sabemos quem está por detrás das primaveras árabes, movimentos libertários que finalmente acabaram com a opressão que sofriam os assassinos de cristãos, que agora podem agir livremente. Também sabemos quem eram os "neo-cons", que por acaso pertencem ao mesmo grupo humano em que se inserem mais de 20 personagens da actual administração americana, onde até se inclui o chefe da máfia de Chicago e filho de um dos fundadores do Mossad, o cavalheiro Rahm Emmanuel. Mas as coincidências não acabam por aí. Na Ucrânia, onde as reformas que se seguiram ao fim da União Soviética foram inspiradas por ordens seguidas à risca por um cavalheiro do mesmo grupo, o senhor Jeffrey Sachs, temos agora um outro cavalheiro da mesma etnia a liderar os actuais protestos:

Israeli ex officer leads Ukraine protests

E na Venezuela, onde temos um governo ligado ao Foro de São Paulo, instituição financiada pelo dinheiro do tráfico de cocaína das mesmas FARC que, por acaso, foram ajudadas por várias administrações americanas que trataram de combater apenas os carteís rivais, especialmente na época do Plano Colômbia, para além de contarem com a ajuda da CIA para distribuir a droga nos EUA e com a ajuda do testa de ferro do Quantum Fund (dos Rothschild), George Soros (que pertence à tal etnia), para mover o dinheiro, num esquema tão protegido que o próprio antigo presidente da Bolsa de Valores de Nova Iorque, Richard Grasso, chegou a visitar um acampamento das FARC durante o seu exercício e recebeu uns 180 milhões de dólares como bonús de aposentadoria, facto inédito, temos mais um cavalheiro da mesma etnia a liderar os protestos contra o ditador que lá meteram para fomentar uma guerra civil, dividindo ainda mais uma nação fragmentada em facções,e justificar a intervenção internacional:

  O sionista Henrique Capriles Radonski que se enfrenta a Chávez fue activista fundador de TFP (Tradición Familia y Propiedad) en Venezuela

São sempre os mesmos, mas é tudo coincidência. Quem enxerga uma lógica nisso, só pode ser um nazi.

 

 

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Venezuela: apenas um passo para algo mais ambicioso

O Portugal das Américas é o verdadeiro objectivo. 


Pouca gente sabe quem foi Aaron Russo, mas quase todos devem lembrar do filme Trading Places, com o actor Eddie Murphy. Mas não é isso o que interessa na vida desse grande homem. Lembrei-me dele pois há alguns anos, pouco antes de morrer, ele denunciou vários segredos revelados em confidência pelo então amigo Nicholas Rockefeller. 

Entre várias pérolas, todas elas expostas no documentário America: Freedom to Fascism, que inclúiam desde o fim do dinheiro físico até a implantação de microchips no "gado humano", ficamos a saber que os planos das elites globalistas passavam pela guerra contra o Iraque, o Irão e a Venezuela. Tenho que rever as confissões do Aaron, mas creio que esses foram os países citados. Quando tomei conhecimento dessas revelações, que me pareceram exageradas à primeira vista, estranhei a inclusão da Venezuela.

Agora, vos peço perdão para fazer uma observação paralela. Por altura do famoso discurso do Eixo do Mal, quando eu próprio ainda era um idiota que lia ingenuamente The Economist, FT e Reuters, e apoiava a decisão americana de atacar o Iraque, estranhei a inclusão da Síria e da Venezuela na tal lista. Hoje tudo faz sentido, e os factos dão razão aos "teóricos da conspiração". 

No meio da actual turbulência, capitaneada pelos mesmos que dão protecção a Cuba (mas atacando retoricamente o regime que impuseram de facto à ilha), promoveram as FARC (Plano Colômbia) e a elas estão associados na operação de distribuição da droga nos EUA, e ainda por cima usaram isso como desculpa para instalar bases militares na Colômbia, eis que a imprensa ocidental começa a fazer uma campanha massiva de ataque contra o regime venezuelano, incluindo muitas notícias falsas, de modo a aquecer a opinião pública. Como se não bastasse, agora a Casa Branca, ocupada por um assassino sionista que está a preparar o estabelecimento de uma ditadura cruenta no próprio país, e no mundo, não hesita em se posicionar, mas de forma a limpar a própria culpa jogando a decisão para a "opinião pública". Vejam com os vossos próprios olhos a "petição pública" lançada no endereço electrónico da presidência americana:


Caros, não tomem o meu posicionamento por apoio a Maduro, afinal, todos sabemos que ele não passa de um bandido cujo regime espreme a população de tal maneira que faz as gentis ditaduras humanitárias do Ocidente passarem por regimes benévolos, porém, não cairei no erro de apoiar uma invasão, afinal, sei muito bem que estamos diante de uma guerra cujo intuito é fazer da Venezuela um protectorado americano, tal e qual fizeram na Colômbia recorrendo à desestabilização pelas guerrilhas comunistas e pelos cartéis que agiam sob o comando da CIA. 

E isso é apenas o primeiro passo para algo mais ambicioso. De acordo com os sinais, é mais do que óbvio que o objectivo final será a Amazónia, e a desestabilização do Brasil já está em fase avançada...