Alguém que afirma tal coisa não pode ser levado a sério como intelectual, afinal, manifesta
que jamais dirá uma verdade se entender que ela prejudica "os judeus". Esquece que
os próprios judeus ditos ultra-ortodoxos - mas não só - são
contra o estado de Israel (ver exemplo aqui) e também denunciam a máfia judaica que está no topo
do globalismo, como se pode atestar numa das obras que o Sr. Olavo já recomendou, To Eliminate the Opiate, escrita pelo rabino Marvin Antelman, obra que o mesmo deixou de mencionar a partir do momento que se tornou "perigosa":
Chegada a campanha de
difamação a um ponto que era preciso
ripostar, afinal, os tradicionalistas não têm meios e são as únicas
vítimas
da técnica da espiral do silêncio da qual o Sr. Olavo se diz vítima, pois tanto a direitinha como a
esquerda omitem a nossa existência do grande público e, ao menor sinal
de
perigo, se unem no jogo de difamações covardes para nos calar, se
possível
censurando e criminalizando, resolvi expor um "facto" sobre o Sr.
Olavo, que se limita a tagarelar e a difamar sem provas, e que nos faz entender a razão da
sua defesa asinina e anti-católica da maçonaria, se for real.
O resultado, como sabemos, foi mais desconversa, palhaçada e difamação. A coisa
chegou ao
ponto dele dizer que havia uma rua em São Paulo chamada Olavo
“de”
Carvalho (aí o "de" já valia), que muito provavelmente é ele próprio,
mas diz ser outro
(nem o Obama o supera nisso):
Ainda que venhamos a admitir que esse suposto professor e jornalista Olavo de
Carvalho, que dá nome a uma rua obscura, é tão ilustre que o próprio Olavo de
Carvalho, que é jornalista e professor, o desconhece, ao mesmo tempo que um
maçom qualquer que precisou recorrer à Wikipedia para fazer a lista de maçons ilustres o
conheça e o coloque junto ao Roberto Marinho, entre outros nomes realmente ilustres, é estranho que
o Olavo de Carvalho nunca tenha ouvido falar nele, afinal, tem o mesmo nome e a mesma profissão. Meu
irmão fez o favor de investigar no google se havia alguma coisa sobre o tal
professor Olavo de Carvalho, que o Olavo, com a sua cultura
enciclopédica, apesar de ter o mesmo nome e a mesma profissão, nunca conheceu, e nada achou, e isso após a leitura de 14
páginas! Enfim, o Olavo se parece cada vez mais com as suas vítimas quando apanhadas
na mentira. Todavia, tal facto tem pouca importância diante da reacção do Sr. Olavo ao facto peculiar.





