Para minha surpresa o tal post, que redigi por um acaso e pouca relevância
tinha ao meu ver, ainda mais quando considero a minha campanha de seis anos
contra o golpe no Brasil e a acção de Olavo de Carvalho (acção essa que os provincianos
e mentirosos media portugueses só tomaram conhecimento após todos os jornais do mundo alertarem para o assunto, muito graças ao trabalho que fiz com outras pessoas, e sem citar fontes,
como é habitual nesses lupanares que sabem menos do Brasil que os jornais alemães, franceses ou britânicos!), despertou uma reacção
desproporcional que levou o Facebook a notificar todas as pessoas que deram “like”
ou partilharam o que escrevi com a seguinte mensagem e um link para o “desmentido”
do suposto Polígrafo:

O tal "desmentido" pode ser acessado aqui. Pois bem, as
hetairas do Polígrafo sentenciam categoricamente que o conteúdo é falso fundamentando o seu veredicto na seguinte premissa: Não encontramos qualquer ligação -
direta ou indireta - entre Greta Thunberg e a família Wallenberg ou as
respetivas empresas. Também não encontramos qualquer informação sobre patrocínios
à jovem ativista sueca, muito menos provenientes da família Wallenberg ou das
respetivas empresas.
Ou seja, as meninas do Polígrafo adoptam como definição
da realidade o seu próprio horizonte e exigem de todos que acreditem nos seus super-poderes investigativos. Mesmo que houvesse boa-fé, tal "metodologia" é contrária ao método científico, se encaixando numa mentalidade teológica que só tem validade num mundo
onde o terraplanismo, o criacionismo e o milenarismo verde-dólar são levados a sério. Ainda que fossem apenas ineptas (e são), esse posicionamento das meninas do Polígrafo seria
temerário pois deveríamos colocá-las na
posição de um Deus omnisciente e, pior ainda, que pode julgar e condenar pois a sua sentença foi amplamente divulgada como verdade absoluta,
através do Facebook, com o intuito de queimar a reputação de uma pessoa sem importância alguma que fala
apenas em seu próprio nome e escreveu um post para os seus amigos!
Mesmo aceitando que os ineptos são apenas fanáticos
sectários que se julgam deuses, não há boa-fé. Se realmente houvesse um mínimo de honestidade da parte
das hetairas do Polígrafo, elas teriam me contactado caso realmente não
tivessem achado qualquer ligação – direta ou indireta – entre Greta Thunberg e
a família Wallenberg ou as suas respetivas empresas, me dando ao menos uma
possibilidade de defesa ao invés de me condenarem in absentia. O tempora, o
mores! Os métodos dessa gente mostram bem os fins daqueles aos quais o Polígrafo serve, ou seja, o totalitarismo mais brutal e eficaz da
história humana, tudo em prol dos interesses das corporações monopolistas, mas embrulhado por uma retórica angelical e mascarado por um rosto rosto inocente! Resta assim concluir que estamos diante de uma acção criminosa de difamação e
assassinato de carácter, e até mesmo assassinato físico, afinal, num mundo
amplamente mediatizado, em que a vida privada e as comunidades foram esmagadas pelas redes sociais,
destruir a reputação de um sujeito isolado, recorrendo aos poderosos instrumentos do Facebook, com chancela da Portugal Telecom e da SIC, para lhe trazer o opróbrio geral - e o isolar - é
uma tentativa de o condenar ao ostracismo e conduzi-lo ao suicídio!
Pois bem, voltando
ao ponto, vamos mostrar uma ligação directa entre a farsa que tem por rosto Greta
Thunberg e os Wallenberg, gente cujo mote é “esse, non videre”, que
quer dizer algo do tipo “ser e não ser visto” ou, levando em conta o seu modo
se vida, "ser bilionário e lixar os outros sem que ninguém saiba". Para isso,
recorrerei apenas a fontes que qualquer pessoa pode consultar pela net, e que
já tratei de “printar” para o caso de serem apagadas. Antes de mais, vos digo
que não precisei de mais de vinte minutos para chegar a essa conexão directa (da qual nem precisava ao tomar conhecimento da ligação da Global Utmaning com o partido social democrata sueco, mas tive o cuidado de procurar para não ficar pela especulação) e repito que nem tinha
intenção de escrever sobre o assunto depois de ter sido esclarecido. Vamos a
isso.


Enfim, queria escrever sobre o tema amanhã, e
escreverei, mas um amigo meu me convenceu a apressar a coisa. Agora só me resta
dizer uma coisa às hetairas do “Polígrafo”: exijo que me peçam desculpas publicamente
e façam um desmentido que deve ser distribuído por todos os que receberam a
vossa notificação no Facebook. Se não quiserem fazer isso, vos lembro que nem toda a imprensa, especialmente lá fora, é um lupanar!
P.S: O post será foi para a caixa de correio do
Polígrafo, portanto, as rameiras estão mais do que avisadas.
IMPORTANTE: PEÇO A TODOS A MÁXIMA
DIVULGAÇÃO DESTE POST NAS REDES SOCIAIS. VAMOS DESMASCARAR OS MENTIROSOS! E QUEM QUISER FAZER MAIS, PEÇO PARA QUE ENTREM EM CONTACTO COM O POLÍGRAFO PELOS TELEFONES:
(++351)218266437
(++351)968213823
(++351)968213936
OU PELO E-MAIL: contactos@poligrafo.pt
VAMOS MOSTRAR A ESSES PAUS MANDADOS DAS CORPORAÇÕES UM BOCADO DO PODER POPULAR!
Sugiro que também
visitem a página de “review” do Polígrafo no Facebook e exponham que se trata
de um pasquim mentiroso e criminoso, de preferência compartilhando o meu post:
https://www.facebook.com/pg/jornalpoligrafo/reviews/?ref=page_internal