quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Lembrete aos católicos iludidos pela conversa dos vendilhões

Non possumus

Nostalgia dos tempos da Crise dos Mísseis em Cuba

Com o Oriente Médio a ferro e fogo, o Ocidente prestes a desabar economicamente, a América Latina próxima da guerra civil e a China inbquieta perante as dificuldades acrecidas que a crise oferecerá ao regime, tudo isso num quadro de agressão contínua contra a Rússia e tensão na Coreia, é difícil não sentir nostalgia dos tempos da Crise dos Mísseis em Cuba.

Hoje, enquanto trabalhava, recebi uma chamada de um bom amigo que tratou de me contar em primeira-mão o que se passa na Ucrânia:


E a situação piorou desde o alerta:


Os que acompanham o blogue sabem o que penso a respeito do assunto. Os que não acompanham, terão de ler os posts anteriores que tratam da política mundial ou esperar, afinal, tal assunto merece um post e hoje foi um dia cansativo. Entretanto, responderei a todas as questões que me forem dirigidas.

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Apesar da "doença", a campanha de difamação continua nos bastidores


Ao mesmo tempo que arranjou uma maneira pouco heróica de fugir às questões dos próprios estudantes que se sentem incomodados com a situação, e sabem que o mestre no qual depositaram a confiança está a mentir e usa da sua posição para caluniar covardemente, para além do grande público, que começa a perceber a grande farsa, ele vai arranjando tempo para continuar a campanha de difamação nos espaços onde se sente seguro. Porém, apesar de não termos 50 mil seguidores, ou seja, 100 mil olhos, não é difícil apanhar o Sr. Olavo a difamar. Agora já deixamos de ser agentes do Lyndon laRouche e nazis. Agora votamos a trabalhar para o KGB. Mas o cheque, esse nunca chega!

O medo da verdade


Parece que alguém concluiu que é melhor deixar que os sicofantas continuem o trabalho de difamação. Aos tais elementos, sugiro que provem o meu apoio ao nacional-socialismo, ao racialismo, à perseguição contra "os judeus" ou ao genocídio de qualquer povo. Já não será a primeira vez que nefelibatas que se utilizam do domínio do jargão filosófico serão desmascarados como falastrões que não conhecem a realidade material, e muito menos a história (ver 1,2,3,4,5,6). Vamos a isso? Prove, aqui por exemplo, onde está o anti-semitismo? A campanha para a destruição da minha reputação, e da reputação de todos os tradicionalistas e anti-sionistas, associando-os ao anti-semitsmo, de forma a nos estigmatizar e, se possível, criminalizar e destruir as nossas vidas a todos os níveis, tranformando-nos em párias, continua. E essas pessoas dizem falar em nome da religião católica, enquanto difamam numa posição de superioridade inquestionável os que ousam dizer a verdade. Porém, peço para que façam ainda pior! Para terminar, deixo aqui um desafio ao antigo mestre: responda às questões que lhe coloquei e me leve aos tribunais se estiver a acusá-lo injustamente de mentir e difamar. Recursos para isso não faltam, e "amigos" também. Da minha parte, não o farei por duas razões: em primeiro lugar, porque me basta expô-lo publicamente, em segundo, porque não tenho amigos na América, apesar de, segundo o cavalheiro, ser um agente do Sr. Lyndon laRouche. 

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Respondendo em definitivo às calúnias do difamador - Parte 2

Alguém que afirma tal coisa não pode ser levado a sério como intelectual, afinal, manifesta que jamais dirá uma verdade se entender que ela prejudica "os judeus". Esquece que os próprios judeus ditos ultra-ortodoxos - mas não só - são contra o estado de Israel (ver exemplo aqui) e também denunciam a máfia judaica que está no topo do globalismo, como se pode atestar numa das obras que o Sr. Olavo já recomendou, To Eliminate the Opiate, escrita pelo rabino Marvin Antelman, obra que o mesmo deixou de mencionar a partir do momento que se tornou "perigosa":


Chegada a campanha de difamação a um ponto que era preciso ripostar, afinal, os tradicionalistas não têm meios e são as únicas vítimas da técnica da espiral do silêncio da qual o Sr. Olavo se diz vítima, pois tanto a direitinha como a esquerda omitem a nossa existência do grande público e, ao menor sinal de perigo, se unem no jogo de difamações covardes para nos calar, se possível censurando e criminalizando, resolvi expor um "facto" sobre o Sr. Olavo, que se limita a tagarelar e a difamar sem provas, e que nos faz entender a razão da sua defesa asinina e anti-católica da maçonaria, se for real. O resultado, como sabemos, foi mais desconversa, palhaçada e difamação. A coisa chegou ao ponto dele dizer que havia uma rua em São Paulo chamada Olavo “de” Carvalho (aí o "de" já valia), que muito provavelmente é ele próprio, mas diz ser outro (nem o Obama o supera nisso):

Ainda que venhamos a admitir que esse suposto professor e jornalista Olavo de Carvalho, que dá nome a uma rua obscura, é tão ilustre que o próprio Olavo de Carvalho, que é jornalista e professor, o desconhece, ao mesmo tempo que um maçom qualquer que precisou recorrer à Wikipedia para fazer a lista de maçons ilustres o conheça e o coloque junto ao Roberto Marinho, entre outros nomes realmente ilustres, é estranho que o Olavo de Carvalho nunca tenha ouvido falar nele, afinal, tem o mesmo nome e a mesma profissão. Meu irmão fez o favor de investigar no google se havia alguma coisa sobre o tal professor Olavo de Carvalho, que o Olavo, com a sua cultura enciclopédica, apesar de ter o mesmo nome e a mesma profissão, nunca conheceu, e nada achou, e isso após a leitura de 14 páginas! Enfim, o Olavo se parece cada vez mais com as suas vítimas quando apanhadas na mentira. Todavia, tal facto tem pouca importância diante da reacção do Sr. Olavo ao facto peculiar.

sábado, 22 de fevereiro de 2014

Respondendo em definitivo às calúnias do difamador - Parte 1


A mim não interessa fazer campanhas difamatórias como aquelas em que o Sr. Olavo se especializou, mas tão somente expor a verdade a respeito da direitinha oficial brasileira, cujo grande cérebro, para nossa sorte, é o tal cavalheiro. Quem acompanha o blogue sabe o que penso a respeito da direitinha liberalóide e entendeu o seu papel no jogo dialéctico que está conduzindo o Brasil para uma primavera e uma possível guerra civil. Quem não acompanha, que passe a acompanhar, especialmente se estiver sob influência do Sr. Olavo.

Sabemos todos que a esquerda desune os brasileiros, mas ainda falta aceitar que a direitinha oficial, promovida pelos mesmos media que impulsionam o esquerdismo, meios como a Veja, o Globo, a Folha e o SBT, faz o mesmo. A mensagem da direitinha liberal jamais conquistará o povo mais humilde, cujos problemas actuais são o resultado de mais de um século de experimentos socialistas e liberais. Essa fracção da população brasileira, com as raras excepções a nível individual, está condenada à proletarização, à fragmentação familiar, à educação deficiente e ao estigma de não pertencer ao grupo social que tem acesso aos bons empregos, reservado aos de “boa aparência”, que estudaram em “bons” colégios e têm boas conexões familiares. 

Ainda assim, o grosso da classe média nada mais é do que uma classe remediada, que luta a todo o custo para manter as poucas propriedades que possui e é esmagada por um estado ao serviço das grandes corporações e dos grandes bancos, o verdadeiro poder que conduz os destinos do Brasil. Nas fases boas do ciclo económico, ela consegue viver bem, mas nas fases más fica em apuros. Se há nação onde a insegurança económica reina, essa nação é o Brasil. A mão que conduz o Brasil alterna as políticas socialistas e liberais de acordo com o seu interesse, como faz por toda a parte. Usa o socialismo para proletarizar a classe média, através dos impostos e dos regulamentos, ao mesmo tempo que instrumentaliza o liberalismo para escapar da armadilha socialista em que meteu a classe média, por meio de privilégios que os defensores do livre-mercado prontamente defendem sem olhar para o conjunto, erodindo a soberania pátria no processo. Quanto ao Banco Central, ninguém toca nele. Quem manda ali são os interesses estrangeiros, seja num governo de direita, seja num governo de esquerda.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Nem foi preciso torturar: sob um mínimo de pressão, o guru Olavo cede

Caros, é fácil apanhar um mentiroso: basta deixá-lo falar. Contarei o que se passou hoje. Um sicofanta do Sr. Olavo resolveu colocar na página do ídolo uma denúncia a respeito dos meus posts, como se o cavalheiro não soubesse nada a respeito:


Imaginando que a melhor táctica era continuar fingindo nada saber, mas atacando-me sem mencionar o nome, o Sr. Olavo rapidamente tratou de apagar a denúncia do seu fiel sicofanta: