sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Olavo de Carvalho, o grande palhaço do Brasil (Quem ri por último, ri melhor) - parte 2

Quem quiser ver, verá. Quanto ao resto, não interessa. Otários não passam de espectadores da História.

Pois bem, não precisei me esforçar para que verdades inconvenientes, ao menos para o senhor Olavo, chegassem até mim, e diante dos ataques que o mesmo agora move contra a minha pessoa e contra amigos meus, chegando ao ponto de sabotar o Prometheo e o que imaginava ser uma amizade sincera (como disse, tenho provas do que afirmo), resolvi expor a ponta do Iceberg. As imagens postadas acima estão na página que pode ser acessada no endereço abaixo, cujo nome diz tudo o que precisamos saber:


Por coincidência, se procurarem pelo nome da loja no google, o primeiro link que aparece refere a conferência de uma astróloga por lá, um detalhe sem importância, mas caricato. Ao ver que o nome do senhor era referenciado sem o "de", resolvi procurar por personagens ilustres, entre jornalistas, escritores, radialistas e jornalistas, com ênfase para o Rio de Janeiro, com o nome Olavo Carvalho. Não achei nada. Para ter a certeza do que estava diante de mim, procurei todas as litas de maçons que constam no Wikipedia, que é citado como fonte, e a própria entrada do senhor Olavo por lá, e não achei nada. Procurei por informações a respeito de uma possível inclusão do senhor Olavo em tais listas no passado, pesquisa que sugiro a todos, levando em conta que os seus adversários, como o pessoal da Associação Monfort, jamais perderiam uma oportunidade tão fácil de expô-lo. Não achei nenhuma referência ao facto em lado nenhum. Portanto, nesse caso, como no de outros nomes que não constam nas listas de maçons do Wikipedia, a fonte não poderia ser o Wikipedia. Para aumentar o número de coincidências e coisas estranhas, sabemos todos que o senhor Olavo viveu no Rio de Janeiro.

Já imagino a cara de glúteo dos irmãos ao constatarem que um deles cometeu tal deslize!

Enfim, mais uma coincidência. Quando os factos apontam numa direcção inconveniente, não passam disso, mas basta a desconfiança para que o senhor Olavo acuse os seus adversários de serem agentes do KGB e nazis. Quanto aos meus antigos colegas no Seminário de Filosofia, tenho algo a dizer: os senhores estão a ser vítimas de um manipulador que sabe mentir como poucos. Abram os olhos e se afastem dele, economizando trinta dólares por mês para comprar livros ou conviver com gente saudável. O Olavo vos omite informações e fará a qualquer um que ouse colocar-lhe perguntas inconvenientes o que está a fazer a mim, que agora sou acusado, de maneira vil e covarde, de ser um agente do KGB.

Olavo de Carvalho, o grande palhaço do Brasil (Quem ri por último, ri melhor) - parte 1

Chegar a tal idade e fazer figur de palhaço é triste, muito triste. 
Que a Providência nos proteja de tal destino!


O sujeito fazendo cara de idiota na fotografia se chama Olavo de Carvalho, cavalheiro cujas aulas andei a seguir durante alguns anos e no qual depositei confiança. Graças à minha formação em História, e à minha paixão pela política, sempre mantive reservas em relação ao que ele dizia quando deixava a filosofia, disciplina que não domino, e palpitava nas minhas áreas de predilecção. O facto dele se equivocar não me incomodava, mas confesso que me desagradava a facilidade com a qual rotulava vários personagens, como o jornalista Alex Jones e o político Ron Paul, como agentes do KGB, atitude que me parecia ser apenas um reflexo de uma certa tolice inocente (basta ouvir o humor bobo e rasteiro do Olavo para se confirmar a impressão).

Sua defesa asinina do estado de Israel e dos EUA, que segundo ele são bastiões contra o globalismo (procurem e verão que o que afirmo é verdadeiro, apesar de soar ridículo a qualquer pessoa com um mínimo de estudos), começou a me incomodar a partir do momento em que despoletaram as primaveras árabes, chegando ao cume quando da actual ingerência na Síria, onde Israel não apenas apoia politicamente, e com recursos, os terroristas que agora matam os mesmos cristãos que o Sr Olavo diz defender, mas ajuda directamente atacando as forças sírias e do Hezbollah com a sua artilharia e a sua força área. Ao mesmo tempo, sabendo que a actual administração americana é a administração mais descaradamente sionista da história da jovem república (batendo o record da anterior),  possuindo mais de 20 cidadãos israelo-americanos no executivo, também me irritava a omissão de tal facto pelo cavalheiro, até porque o mesmo afirma perseguir a verdade a qualquer custo.

Sempre os mesmos, mas é tudo coincidência

Todos sabemos quem está por detrás das primaveras árabes, movimentos libertários que finalmente acabaram com a opressão que sofriam os assassinos de cristãos, que agora podem agir livremente. Também sabemos quem eram os "neo-cons", que por acaso pertencem ao mesmo grupo humano em que se inserem mais de 20 personagens da actual administração americana, onde até se inclui o chefe da máfia de Chicago e filho de um dos fundadores do Mossad, o cavalheiro Rahm Emmanuel. Mas as coincidências não acabam por aí. Na Ucrânia, onde as reformas que se seguiram ao fim da União Soviética foram inspiradas por ordens seguidas à risca por um cavalheiro do mesmo grupo, o senhor Jeffrey Sachs, temos agora um outro cavalheiro da mesma etnia a liderar os actuais protestos:

Israeli ex officer leads Ukraine protests

E na Venezuela, onde temos um governo ligado ao Foro de São Paulo, instituição financiada pelo dinheiro do tráfico de cocaína das mesmas FARC que, por acaso, foram ajudadas por várias administrações americanas que trataram de combater apenas os carteís rivais, especialmente na época do Plano Colômbia, para além de contarem com a ajuda da CIA para distribuir a droga nos EUA e com a ajuda do testa de ferro do Quantum Fund (dos Rothschild), George Soros (que pertence à tal etnia), para mover o dinheiro, num esquema tão protegido que o próprio antigo presidente da Bolsa de Valores de Nova Iorque, Richard Grasso, chegou a visitar um acampamento das FARC durante o seu exercício e recebeu uns 180 milhões de dólares como bonús de aposentadoria, facto inédito, temos mais um cavalheiro da mesma etnia a liderar os protestos contra o ditador que lá meteram para fomentar uma guerra civil, dividindo ainda mais uma nação fragmentada em facções,e justificar a intervenção internacional:

  O sionista Henrique Capriles Radonski que se enfrenta a Chávez fue activista fundador de TFP (Tradición Familia y Propiedad) en Venezuela

São sempre os mesmos, mas é tudo coincidência. Quem enxerga uma lógica nisso, só pode ser um nazi.

 

 

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Venezuela: apenas um passo para algo mais ambicioso

O Portugal das Américas é o verdadeiro objectivo. 


Pouca gente sabe quem foi Aaron Russo, mas quase todos devem lembrar do filme Trading Places, com o actor Eddie Murphy. Mas não é isso o que interessa na vida desse grande homem. Lembrei-me dele pois há alguns anos, pouco antes de morrer, ele denunciou vários segredos revelados em confidência pelo então amigo Nicholas Rockefeller. 

Entre várias pérolas, todas elas expostas no documentário America: Freedom to Fascism, que inclúiam desde o fim do dinheiro físico até a implantação de microchips no "gado humano", ficamos a saber que os planos das elites globalistas passavam pela guerra contra o Iraque, o Irão e a Venezuela. Tenho que rever as confissões do Aaron, mas creio que esses foram os países citados. Quando tomei conhecimento dessas revelações, que me pareceram exageradas à primeira vista, estranhei a inclusão da Venezuela.

Agora, vos peço perdão para fazer uma observação paralela. Por altura do famoso discurso do Eixo do Mal, quando eu próprio ainda era um idiota que lia ingenuamente The Economist, FT e Reuters, e apoiava a decisão americana de atacar o Iraque, estranhei a inclusão da Síria e da Venezuela na tal lista. Hoje tudo faz sentido, e os factos dão razão aos "teóricos da conspiração". 

No meio da actual turbulência, capitaneada pelos mesmos que dão protecção a Cuba (mas atacando retoricamente o regime que impuseram de facto à ilha), promoveram as FARC (Plano Colômbia) e a elas estão associados na operação de distribuição da droga nos EUA, e ainda por cima usaram isso como desculpa para instalar bases militares na Colômbia, eis que a imprensa ocidental começa a fazer uma campanha massiva de ataque contra o regime venezuelano, incluindo muitas notícias falsas, de modo a aquecer a opinião pública. Como se não bastasse, agora a Casa Branca, ocupada por um assassino sionista que está a preparar o estabelecimento de uma ditadura cruenta no próprio país, e no mundo, não hesita em se posicionar, mas de forma a limpar a própria culpa jogando a decisão para a "opinião pública". Vejam com os vossos próprios olhos a "petição pública" lançada no endereço electrónico da presidência americana:


Caros, não tomem o meu posicionamento por apoio a Maduro, afinal, todos sabemos que ele não passa de um bandido cujo regime espreme a população de tal maneira que faz as gentis ditaduras humanitárias do Ocidente passarem por regimes benévolos, porém, não cairei no erro de apoiar uma invasão, afinal, sei muito bem que estamos diante de uma guerra cujo intuito é fazer da Venezuela um protectorado americano, tal e qual fizeram na Colômbia recorrendo à desestabilização pelas guerrilhas comunistas e pelos cartéis que agiam sob o comando da CIA. 

E isso é apenas o primeiro passo para algo mais ambicioso. De acordo com os sinais, é mais do que óbvio que o objectivo final será a Amazónia, e a desestabilização do Brasil já está em fase avançada...

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Tradicionalismo em acção: como alcançar o poder (parte 2/2)

Se depender da rapaziada da Endemol, os próximos reality serão inspirados por Clio...


Excluindo a defesa da propriedade, que no fundo não passa da defesa cega de certos princípios téoricos que na prática beneficiam o acúmulo de propriedade por alguns às custas da proletarização do todo, mas ainda assim fornece um simulacro de ordem que esconde a desordem em que vivemos, o que une o tal conservadorismo burguês a não ser o medo do comunismo? Nada!

A compreensão disso é necessária para não cometermos os erros passados e derrubarmos o regime, que por sua vez está para morrer e dar lugar a uma outra ordem ainda mais brutal. Quem derrubá-lo determinará a ordem futura. No passado, em nome de uma “responsabilidade” que o inimigo, instruído nas artes da negociação graças ao seu passado de merceeiro, soube explorar, estivemos sempre dispostos ao consenso diante da exibição de força. O inimigo mostrava os dentes e exigia tudo. Nós ameaçavamos reagir e no fim chegávamos a um acordo onde o inimigo adquiria metade do que era nosso e nós perdíamos isso comemorando o facto de ficarmos com a outra metade, e em paz por algum tempo, como um êxito. Com o fortalecimento resultante da sua melhora de posição, o inimigo logo tratava de avançar novamente, ainda mais confiante.

Tem sido assim até hoje, especialmente quando resolvemos entrar no jogo dos partidos e facções ao invés de rejeitar “o sistema”. Por essa via, e bastará olhar para os resultados obtidos ao longo dos últimos dois séculos para comprovarmos a minha afirmção, mais não conseguimos do que desacelerar momentaneamente o movimento, mas jamais o fizemos retroceder.

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Tradicionalismo em acção: como alcançar o poder (parte 1/2)

Jamais esqueçam: a maçonaria não perdoa e nem se arrepende!

Ao longo da presente época, que poderia, sem injustiça, ser designada por Idade Maçónica, todos aqueles que se bateram pela tradição cristã no Ocidente cometeram erros graves. Tais erros acabavam por ser uma espécie de traducção em acções da natureza cordial dos defensores da tradição, qualidade que os levou a buscar a convivência baseada no acordo e não a derrota total do adversário. Porém, o mesmo não pode ser dito do adversário, como provam as suas acções.Se lhe damos um dedo em troca de paz, logo a seguir ele nos ameaçará e tentará ficar com o braço.

Para além da natureza do inimigo, que usa da infiltração e sabe explorar a corrupção do adversário a seu favor, essa qualidade enunciada anteriormente, que tantas vezes se transformou num obstáculo para uma verdadeira derrota do inimigo quando era desprovida de firmeza, levou os que desde há séculos lutam contra o tumor maçónico a desperdiçar suas forças em victórias custosas que depois se transformaram em compromissos desnecessários, sendo então prontamente explorados pelos anteriormente vencidos, que à mínima oportunidade se tornavam vencedores.

Uma vez instalados no poder, sabemos que os agora vencedores tomaram a iniciativa e nunca mais estiveram alheados do poder, conduzindo os rumos da nação no longo prazo. Da oposição, nada veio a não ser explosões de violência fugazes, resistência desorganizada e pequenos sucessos cujo resultado mais não foi do que o atraso da agenda das elites. Até mesmo o período salazarista, que muitos apontam como um intervalo nessa escalada, acabou por acelerar a agenda maçónica, afinal, completou a centralização da nação em torno do estado e criou um povo incapaz de se organizar, pronto para aceitar bovinamente o que se seguiu ao 25 de Abril. Mas voltemos mais atrás.

Lembremos o consulado do Marquês de Pombal e o seu fim, para falarmos de uma época em que o tumor ainda não havia se espalhado tanto e podia ser estirpado com um mínimo de sofrimento. Não foi a fraqueza que permitiu que o mesmo - e os seus sequazes - não fosse devidamente justiçado? E mais tarde, após as invasões francesas, tornadas ainda mais devastadoras graças às manobras do partido francês para nos enfraquecer no período que precedeu as invasões, partido este cuja acção completava a do partido inglês, que tratava de facilitar a formulação de pretextos de invasão por Napoleão (não esqueçam que os mesmos bancos que nos emprestavam dinheiro, como o Barings, também financiavam Napoleão, como fez no caso do empréstimo para a compra da Louisiana pelos EUA), também não foi a fraqueza que impediu que a justiça fosse feita?

A acção dessa gente estrangeirada acabava por ser uma continuidade de uma tendência começada ainda nos idos da restauração, quando nos debatemos com os ataques das companhias "holandesas", e nos levou ao desastre da intervenção na estúpida Guerra da Sucessão Espanhola e à assinatura do desastroso Tratado de Methuen. Essa acção tornou a nossa posição em relação aos poderes marítimos, Holanda e Inglaterra, mais debole, e atraiu o ódio franco-espanhol, que tantos desgostos acabaria por nos trazer. E o que ganhamos com isso, para além do desprezo dos próprios aliados? Acredito que ganhávamos mais vendendo caro a promessa do nosso apoio tácito, obtendo com isso a neutralidade, que só deveria ser quebrada quando - e se - interessasse.

Com o término das invasões francesas, o que foi feito com os traidores, co-responssáveis pelo massacre de quase 10% da população do Portugal europeu de então e pela destruição quase completa das suas actividades económicas de vanguarda? Novamente se errou por temor de perseguir a victória total, como se isso fosse uma blasfémia. Sabemos bem que é impossível vencer o mal para sempre, mas não devemos desistir de derrotá-lo em grande quando pudermos fazê-lo, ainda que saibamos que tais victórias nunca são definitivas. Perdoar criminosos que trairam o próprio povo foi um erro crasso que acredito ter resultado não apenas da falta de firmeza, afinal, não é "simpático" assumir a responsabilidade pela morte de homens, ainda que sejam traidores, mas também foi resultante de um exercício de vaidade custoso.

Dom João VI era de facto um homem cordial, mas como rei jamais poderia colocar a segurança da monarquia num plano inferior ao da imagem que desejava deixar de si, a de soberano magnânimo. Pagou com a vida pelo seu erro, envenenado pela mão invisível. E o que ficamos a ganhar com tais demonstrações de bondade? Comparemos o nível de controlo que o "Estado" exerce sobre nós com o que exercia naqueles tempos. E nem falarei dos impostos! Como muitos sabem, e poucos têm coragem de dizer, para os que não fazem parte do club, o pior inimigo é o "Estado". Exagero? Então experimentem começar um negócio próprio e buscar a independência. Não é por acaso que hoje, numa nação de gente esforçada e ambiciosa, quase todos sonham em ter um emprego na função pública, de preferência, ou numa empresa monopolista no sector dito privado. Aguentar um péssimo ambiente de trabalho, inquinado pela luta de todos contra todos e submetido à tirania de um chefinho qualquer, humilhação a que os descendentes dos velhos portugueses deveriam ser poupados, é menos mal do que tentar sobreviver do lado de fora! Quando tentamos fazê-lo, descobrimos a facilidade com que as nossas vidas podem ser destruídas por burocratas e aí entendemos como funciona o "sistema".

Caído o antigo regime por toda a parte, nalgumas partes prematuramente e com discrição, como no biónico Reino Unido, noutras, como nas nações católicas do Sul, com violência, enquanto noutras o quadro foi mais complexo, como em França e nas nações germânicas, o que aconteceu? Quase sempre assistimos ao estabelecimento de uma espécie de proto-bipartidarismo. De um lado se punham os que desejavam conservar o que resistiu do passado, mais ou menos arredios ao "espírito do tempo", e do outro os que desejavam avançar em direcção ao que afirmavam como sendo o "futuro", os liberais. 

O liberalismo avançou lentamente, esbarrando numa resistência digna de nota que só não o destroçou após décadas de violência e saque farsa graças ao facto dos seus promotores terem uma capacidade de acção que transcendia as fronteiras nacionais (lembram do episódio que contei do Barings?), podendo assim jogar a força de uns estados contra a dos outros quando isto fosse conveniente e possível. Ainda assim, tudo o que havia sido construído poderia ruir, afinal, era um imenso edifício amparado numa base única, que poderia ser facilmente minada. 

Portanto, para firmar a ordem liberal, que melhor remédio poderia haver do que o fantasma do radicalismo jacobino, agora ressuscitado pela invocação marxista? Não tinha sido ela responsável pela consolidação da revolução em França? Da minha parte, não encontro nenhum! E assim o liberalismo acabou por parir o socialismo, criando as condições económicas que deram a luz às massas que a ele iriam aderir, massas cuja violência, por sua vez, acabaria por unir sob a bandeira liberal a todos os que a temessem. Diante do crescente perigo vermelho, os conservadores e os defensores da tradição se aproximaram dos liberais e nasceu um novo bipartidarismo. Aos poucos, com a mudança operando sobre sucessivas gerações, que à medida que os mais velhos morriam perdiam o contacto directo com o antigo regime, processo completado pela destruição da antiga nobreza local, que acabava por ser marginalizada ou se fundia à burguesia da capital, e o ataque e infiltração da Igreja, que contribuiu para desorientar ainda mais as populações, morreu a defesa da tradição e nasceu o actual conservadorismo burguês.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Factos que passam despercebidos, mas não deveriam


O trabalho me impede de escrever mais, e assim será nos próximos tempos. Porém, acredito que em dois meses poderei me dedicar diariamente ao Prometheo. Até lá, não terei condições de fazê-lo com regularidade. Hoje não queria deixar passar em branco duas notícias interessantes. Não tanto pelo teor em si, mas porque nos dão uma ideia do que está por vir:

Russia Develops High-Tech 'Beast From Beneath' Submarine


De acordo com as informações correntes, os novos submarinos russos de ataque da classe Yasen e os convencionais da classe Varshavyanka, para além dos submarinos nucleares lançadores de míssies balísticos da classe Borei, já estão a ser revestidos por uma cobertura que reduz os ruídos em 2/3, o que aumenta ainda mais a vantagem das novas classes de submarinos russos em relação aos equivalentes ocidentais. 
Só para lembrar, a Rússia pretende construir oito submarinos da classe Borei até 2015, cada um deles com 16 silos prontos para transportar o mais sofisticado míssil embarcado do mundo: o Bulava.